Gravuras, capturas e textos da ficha, à disposição para falar de Plenilune.
Plenilune — Calendário lunar
Lua gravada, fases e widgets
Os eclipses entram no almanaque: só os visíveis de onde está, com as suas horas. A 12 de agosto o Sol eclipsa-se ao fim da tarde, quase por inteiro a norte.
O almanaque inteiro
O Plenilune é um almanaque do céu. Cada noite, uma gravura da Lua recalculada a partir da sua posição real; cada dia, uma página de almanaque: como está o céu, e o que os homens nele leram desde sempre. O céu como antes se guardava — em imagens e por escrito, dia após dia.
A FASE DO DIA A lua de hoje, tal como é na verdade: o seu nome, a sua iluminação, a sua idade e a hora exata da próxima lua cheia e da próxima lua nova. Sob a data, o lugar para o qual tudo é calculado, com as horas de nascer e de ocaso.
A NOTA DO DIA Uma entrada de almanaque todas as manhãs, tirada de cinco registos: o céu, a história, o folclore, os ditados e a natureza. O halo em volta da lua que anuncia chuva, o «até ao quarenta de maio não tires o saio», o homem do feixe de lenha que se julgava ver lá em cima. O que se leu no céu, e o que hoje sabemos disso.
DOZE LUAS, DOZE NOMES Lua do Lobo em janeiro, do Esturjão em agosto, do Castor em novembro. Cada uma leva o seu emblema gravado, a origem do seu nome e o relato que a acompanha.
VOLTAR ATRÁS NO TEMPO O calendário reúne todas as fases do mês, dia a dia, com os eclipses, os solstícios e os equinócios que se aproximam. Cada dia abre-se na sua ficha: nascer, ocaso, distância, diâmetro aparente. O mês em curso é livre; para além dele, o Premium abre o conjunto — a lua da noite em que nasceu, a de um primeiro encontro, a de 20 de julho de 1969.
OS ECLIPSES, TAL COMO SE VERÃO DAQUI Solares e lunares, calculados para a sua posição: o Plenilune assinala os que serão visíveis de onde está, com as suas horas locais, e anuncia-os com sete dias de antecedência. Na noite de um eclipse da Lua, a sombra da Terra atravessa mesmo o disco no ecrã. Um eclipse vê-se.
WIDGETS COMO ESTAMPAS No ecrã principal e no ecrã bloqueado: a fase do dia, o calendário do mês, a nota do almanaque e o próximo nascer ou ocaso da lua. Sóbrios, legíveis, sempre em dia por si mesmos.
NOTIFICAÇÕES QUE SÓ FALAM DO CÉU Quatro linhas à escolha — luas cheias, luas novas, eventos raros, nota do dia — todas apagadas à partida, e a autorização só é pedida no momento em que acende uma. Cada uma anuncia um facto do céu e fica-se por aí. As luas cheias e as luas novas são gratuitas.
TUDO SE CALCULA NO APARELHO O Plenilune abre e funciona: nenhuma conta, nenhuma publicidade, nenhum rastreio. A localização serve para uma só coisa, calcular o seu céu — horas de nascer e de ocaso, e que eclipses o alcançam: autoriza-a, escreve uma cidade, ou dispensa-a. O resto cabe no aparelho, no avião, no metro ou no fundo de um vale.
PLENILUNE PREMIUM Para ir mais longe: o texto completo da nota do dia; o livre percurso do calendário, para trás como para a frente; as doze luas com nome, cada uma com a sua página, o seu emblema gravado e o seu relato; as notificações dos eventos raros — eclipses, superluas, luas azuis, solstícios — e dezasseis ícones de app à escolha: quatro fases e doze emblemas gravados. Uma subscrição anual, ou um acesso vitalício, de uma vez por todas.
O Plenilune é obra de uma só pessoa: o motor astronómico, as gravuras, os textos. O Premium é o que permite ao almanaque continuar a escrever-se — e a manter-se sem publicidade.
O Plenilune Premium é oferecido como subscrição anual de renovação automática, ou como compra única vitalícia. O pagamento é cobrado na conta Apple ao confirmar. A subscrição renova-se automaticamente salvo desativação pelo menos 24 h antes do fim do período; é gerida e cancelada nas definições da conta Apple.
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